sábado, 21 de agosto de 2010

Past...


Nossa, como é difícil olharmos para trás e ver que coisas do passado nos faz falta. É claro que não é tudo, e é claro que precisamos pesar algumas coisas pra ver quais valem ou não a pena nós continuarmos fazendo. Porque em algum momento de nossas vidas precisamos refletir sobre tudo o que acontece ao nosso redor; no meu caso, reflito até demais, no entanto, nunca consegui me desprender cem por cento do passado... Pessoas, erros, acertos, aflições. Por que? Eu já mudei tanto, em alguns aspectos pra melhor, claro; evoluí, até porque não dá pra viver pra sempre do mesmo jeito. Então, porquê? Por que tanto medo? Pois é, não sei responder. Talvez pelo fato de sempre ter alguém apontando o dedo pra mim e dizendo que errei nisso ou naquilo, mas sim “ E DAÍ?” Vai dizer que tu sempre faz as coisas certas? E se é passado, por que não fica só no passado? A gente aprende com erros antigos, erra com novas experiências, então porquê voltar a bater na mesma tecla? Não é “você” que diz sempre para vivermos o presente e deixar o passado de lado? Então de cara digo que não consigo, desculpa. E não, não sou museu, sou apenas uma pessoa que aprecia o passado e nem digo que seja de forma saudável pois isto já me fez sofrer bastante, mas bem ou mal ele me faz permanecer viva, consegue me deixar perto de todas àquelas coisas boas que me aconteceu e também me faz sentir culpada por não consegui-las hoje em dia e porque eu as deixei escapar. Porém, passado é passado e não volta por mais que a gente queira. Infelizmente (ainda) não existe um relógio anti-horário, talvez nem tenha, né? Já imaginaram que loucura seria? Só coloquei entre parênteses porque do jeito que as coisas andam “everything can happen, mas eu espero que não criem este relógio apesar de querer ajeitar muitas coisas que talvez hoje em dia sejam irreparáveis.

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